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  • Foto do escritorAlexandra Martins

Perfeccionismo e Saúde Emocional



És uma pessoa perfeccionista?

Quando tens uma tarefa ou um objetivo em mãos, precisas que saia perfeito?

Consideras o perfeccionismo uma qualidade ou um defeito?

Na realidade, na grande maioria das situações o perfeccionismo é mais negativo que positivo porque muitas vezes deixamos grandes projetos ou tarefas de lado por termos a necessidade de que tudo o que fazemos saia Perfeito!

E, no final, isto só provoca sofrimento e estagnação.

Sim, o perfeccionismo pode evoluir de forma muito negativa e impedir-nos de ter uma boa Saúde Emocional.

Na prática nós temos diariamente tarefas em mãos ou objetivos que gostaríamos de cumprir e nem sempre iremos conseguir que saiam da forma que consideramos Perfeita. Por outro lado, não podemos ficar parados por medo de errar.

As pessoas que se exigem o perfeccionismo bloqueiam-se de uma forma que estagnam, contribuindo assim para a diminuição da sua autoestima, e do seu potencial criativo, podendo vir a desenvolver fobias, e impedindo-as de ter uma vida feliz.

Desta forma, é fácil perceber que quando nos exigimos o perfeccionismo potenciamos a probabilidade de vir a sofrer de ansiedade, de medo e de fobia social por receio da exposição.

A solução para este problema é fazer, e fazer sem a preocupação de ter que ser perfeito!

Treinar, treinar, treinar e avançar com os objetivos que temos em mãos, porque o dever cumprido promove a sensação de felicidade e bem-estar, e diminui a angústia.


Numa pesquisa que Martin Seligman fez à muitos anos atrás (e que o levou a escrever o livro “Felicidade Autêntica”), ele estudou pessoas que se consideravam felizes independentemente das suas condições (rico/pobre, gordo/magro, saudável/doente), e descobriu que o que estas pessoas têm em comum são apenas dois fatores:


· O dever cumprido

· E a prática do bem


Isto leva-nos ao fazer com coragem e sem medo, para termos essa sensação de dever cumprido, potenciando a nossa felicidade.

O medo paralisa e a coragem é a ousadia de nos atirarmos para a incerteza, avançando para as metas que temos em mãos. Fazer promove a sensação de dever cumprido, diminui a ansiedade, melhora a saúde emocional e as nossas capacidades de fazer cada vez melhor.


E se possível, façamos também o bem!

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